sexta-feira, 26 de dezembro de 2008



inconstante a luz encoberta,
na direcção das estrelas ilumina
timidamente o sono que desperta...

na ponta dos dedos renascem,
as memórias a perturbar a pulsação
são derrotas nem vitórias,
romances de ténue duração...

parece saturado o ar expirado,
ou nervosa a circulação
do sangue num percurso fechado...

falta amplitude no horizonte,
está pouco profundo o olhar
refletido na água que cai da fonte
límpida a vontade de gostar... *

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